Cantor Luso-cabo-verdiano Llamar quer conquistar o mercado internacional

O cantor e compositor luso-cabo-verdiano Llamar, residente no Reino Unido, tem vindo a trabalhar com foco em conquistar o mercado internacional da música, avançou esta terça-feira, 25, o jovem à Inforpress.

Filho de pai cabo-verdiano e mãe portuguesa, nascido em Portugal, Llamar é um cantor, produtor musical e compositor que emigrou para Inglaterra em 2018, para perseguir o seu sonho de construir uma carreira internacional na indústria da música.

Em 2019, decidiu dar o primeiro passo, concorrendo ao “The X Factor”, show de canto da televisão britânica, criado por Simon Cowel, que, no mesmo ano, decidiu mudar o formato para uma versão “Celebridades”, e Llamar foi obrigado a mudar os seus planos, daí nasceu o projecto
“Llamar”, contou o músico, em declarações à Inforpress.

Em 2019, começou a produzir as suas primeiras músicas, mas logo percebeu a dificuldade que tinha para escrever as suas próprias letras em inglês, devido às limitações que tinha em falar o idioma fluentemente.

Insistente, o artista buscou auxílio no “Google translate” para escrever as primeiras músicas, usando a tradução do português para o inglês. E foi assim que o músico escreveu “Sophia” e “Don’t Leave Me Now”, lançados no mesmo ano.

Com o lançamento dos seus primeiros singles, Llamar ganhou alguma visibilidade em blogs online e estações de rádio locais, incluindo BBC Radio Nottingham, Leicester e Derby, que estrearam a música “Don’t Leave Me Now”, através da BBC Music Introducing East Midlands.

O artista, que vem lançando vários singles, já trabalhou e relacionou-se com várias personalidades conhecidas na indústria da música, incluindo a engenheira de som Manon Grandjean, conhecida por trabalhar com grandes nomes como Stormzy, Ed Sheeran, Craig David, Aitch, Arrdee, Dave, entre outros. E foi seguido nas redes sociais por Scooter Braun, empresário de Justin Bieber, The Kid Laroi e Ariana Grande.

“A música sempre fez parte de mim! Não sei dizer ao certo como surgiu o gosto pela música, mas sempre senti que o caminho que queria seguir era o da música!”, disse o jovem luso-cabo-verdiano.

“Apesar de estar no início do projeto, e ter muito ainda para percorrer, neste momento sinto-me bastante satisfeito e agradecido pelo que tenho conseguido conquistar. Não sou de me ver no futuro e sim de agir mediante o presente, dessa forma consigo ter mais controlo sobre as minhas decisões profissionais e carreira!”, acrescentou.

Apesar do seu projeto ser “bastante internacional”, sem enfoque, por agora, naquilo que é essencialmente da cultura cabo-verdiana e portuguesa, o artista disse que o “gosto e carinho” pela música, sobretudo, cabo-verdiana “está no sangue, e em casa toca todos os dias”.

“É um projeto bastante internacional, é música Pop. Talvez diria que tem mais a ver com a cultura africana de forma geral, devido às influências que carrego da música R & B. Não faz parte dos planos, principalmente agora que ainda estou no início do projeto e preciso de solidificar e construir a minha identidade enquanto músico”, explicou Llamar.

Avançou que está focado em conquistar, também, o mercado internacional, pelo que todos os passos e decisões que toma vão no sentido de concretizar este objetivo.

Para alcançar a sua meta, o músico revelou que o seu foco tem sido estabelecer relações com quem já está no mercado.
“Hoje em dia, mais do que boa música, é importante criar boas relações com outros artistas e executivos da música! Com a evolução do mundo da música o artista precisa fazer papel de relações publicas”, frisou.

“I Know” é o seu último tema, já lançado há um mês, tendo precisado que ainda vai lançar alguns singles até ao final deste ano e com novas ideias para o ano 2023.

O nome “Llamar”, esclareceu, é uma combinação das iniciais das pessoas que “mais significam” para ele no seio da família.

Inforpress

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