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Segundo consta na nota enviada à Inforpress, o filme foi inspirado na vida de Marina Vaz e retrata a infância da protagonista na histórica Cidade Velha. Explora a sua ligação com o mar, os desafios do quotidiano e a paixão pelo batuque, expressão musical que marcou a sua trajectória.
“Com apenas 15 minutos de duração, o curta-metragem oferece uma viagem pelas memórias de Marina, celebrando a sua força, resiliência e o legado cultural que deixa às futuras gerações”, lê-se.
O percurso internacional da obra inclui exibições no festival documental DOC Luanda, em Angola, no fórum de cinema Kugoma, em Moçambique, e no Centro Cultural de Cabo Verde, em Lisboa, durante o encontro “Batuku – da proibição ao valioso contributo para o nascimento da Nação cabo-verdiana”, no âmbito das comemorações dos 50 anos da independência de Cabo Verde.
A primeira edição do festival contou com a exibição de 40 filmes, divididos em duas secções: uma secção competitiva que contou com a participação de 24 filmes, disputando o Kafuka de Ouro e Prata, e uma secção não competitiva.
De acordo com Natasha Craveiro, em declarações ao Balai, os vencedores foram vários nomeadamente: na Categoria Curta Metragem Ficção venceu o filme “ Sabura”, do realizador Falcão de Nhaga, de Portugal; na categoria Documentário, o prémio foi atribuído a “Marina”, de Ricardo Leote, de Cabo Verde, conforme já avançado em cima.
Já na Categoria Longa Metragem Documentário o vencedor do Kafuka de Ouro foi o filme “Mother City”, dos realizadores Pearlie Joubert e Miki Redenlinghuys, da África do Sul, e o Kafuka Prata foi para o filme “The Empty Grave”, de Cece Mlai e Anes Wegner, da Tanzânia, que contou com a presença de uma das realizadoras.
Ainda foi atribuído o prémio Kafuka de Ouro ao filme “ Minimals in a Titanic World”, do realizador Philbert Sharangabo, do Ruanda, e “Omen”, do realizador Baloji, do Congo arrecadou o prémio Kafuka de Prata, na Categoria Longa Metragem Ficção.
O festival contou com uma secção não competitiva, que segundo a realizadora, teve filmes contemporâneos do continente e nacionais, e uma secção Kafukinha, destinada ao público jovem.
Natasha Craveiro elenca a questão financeira como sendo o principal desafio enfrentado pela organização na realização do festival.
A primeira edição do festival aconteceu de 16 a 19 de outubro e foi organizada pela Korikaxoru Films, em parceria com o Kuletivu Nhanha e com as produtoras Ceiba Produções, Lentilhas Lda. e Nôs Raiz.
O festival contou com a exibição de mais de 40 filmes, com produções de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Camarões, Congo, Quénia, Mauritânia, Moçambique, Nigéria, Ruanda, São Tomé e Príncipe, Senegal, Tanzânia e Uganda.
Balai c/ Inforpress

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