
- PUB
“Mama Africa“, lançado em finais de março, é o mais recente single de Philipe Monteiro que sucede “Ai Menina”, de 2019, ambos produzidos pela Aldo Music. Os temas vão integrar o novo álbum do cantor que já está pronto e aguarda luz verde para o lançamento, já que o trabalho deveria ter chegado ao mercado em 2020, mas devido à situação de pandemia o lançamento foi adiado.
“Nunca estive parado, produzo outros artistas e faço arranjos musicais, tenho uma banda com a qual fazemos lives e shows, principalmente pela costa (ocidental) africana”, começa por explicar o cantor, produtor e teclista que reside no Senegal e que se prepara para lançar um novo trabalho.
Focado em acompanhar as novas tendências, Philipe Monteiro, que se apaixonou pelo teclado influenciado pela sua admiração pelo músico cabo-verdiano de origem senegalesa, Manu Lima, revela que o mais recente disco vai trazer novas sonoridades, além dos temas “Mama Africa” (cujo videoclipe foi gravado em Casa Mansa na fronteira de Senegal com a Guiné-Bissau), “Ai Menina” e “Deixa estragar”, bem como duetos com artistas africanos, cujos nomes deixa ainda em segredo.
Nesta situação que se arrasta há um ano, tem sido fundamental o apoio dos fãs que inclusive tem apoiado os artistas.
O cantor e teclista que participou de algumas lives online ressalta a importância de se apostar na qualidade da transmissão como por exemplo uma boa câmara e um equipamento para converter o sinal para o digital e, obviamente, uma boa qualidade de internet.
“Mesmo quando a pandemia terminar é bom que continuemos com esta dinâmica (das lives) porque podemos tocar para um público que de outra forma não iríamos atingir”.
Ao público deixa a promessa de que Cabo Verde será o seu próximo destino, seguido dos EUA, país onde Philipe Monteiro iniciou a sua carreira artística, nomeadamente onde produziu o disco de Grace Évora, Total Love.