Primeiro-ministro inaugura hoje Centro Nacional de Arte Artesanato e Design reabilitado e ampliado

O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, inaugura hoje, no Mindelo, as obras de reabilitação e ampliação do Centro Nacional de Arte Artesanato e Design (CNAD), avaliadas em mais de 100 mil contos.

De acordo com o programa da inauguração, o evento arranca com a performance “A Coroa das cabras na urdidura dos sonhos”, de Caplan Neves, seguindo-se os discursos do diretor Centro Nacional de Arte Artesanato e Design, Irlando Ferreira, dos arquitetos responsáveis pelo projeto, Eloisa Ramos e Moreno Castellano.

Também deverão discursar o presidente da Câmara Municipal de São Vicente, Augusto Neves, o ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Abraão Vicente, e o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, estes que procederão ao corte das fitas.

Haverá ainda uma visita inaugural ao edifício, guiada pelos curadores.

A primeira terá como tema “Criação cabo-verdiana: percursos”, e será dirigida por Adélia Borges e Irlando Ferreira, na Galeria Manuel Figueira, e a segunda terá o tema de “Fundação e emergência”, na galeria Zero, por Diogo Bento.

Também está previsto um concerto com Vasco Martins no pátio multiusos da CNAD, uma passagem pelas outras curadorias

“Fios – Tapeçaria de Cabo Verde”, na galeria Luísa Queirós, dirigida por Irlando Ferreira, e “Idiota”, na galeria Bela Duarte, sob a orientação de Marlene Freitas, visita à Biblioteca e Centro de Investigação “Nhô Damásio”, ao Laboratório Experimental de Arte, Artesanato e Design (LEAD), à residência “Nhô Griga” e ao acervo.

As obras de reabilitação e ampliação do CNAD arrancaram em Fevereiro de 2019, inicialmente com um prazo de execução de 12 meses.

Financiadas pelo Governo, o projecto inicial estava estimado em cerca de 58 mil contos.

No entanto, segundo o ministro da Cultura Abraão Vicente, “o investimento ronda neste momento mais 100 mil contos, apenas em infra-estruturas, e para a implementação do projecto CNAD serão precisos mais 40 mil contos”.

Com a nova obra e novas funcionalidades, o edifício antigo do CNAD passará a ser o espaço museológico Manuel Figueira, albergará um café e uma loja de artesanato, terá um pátio multiuso, galerias e um centro de investigação.

Inforpress

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