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Por favor, tirem o peso da paternidade às mulheres

A minha mamã Juleta criou, sozinha, 8 filhos. Filhos e netos. Vendia no mercado do Platô e trazia-nos sempre bolos de mel, ao cambar do sol. Cabia a mim dividir os bolos, quando as moedas eram contadas a dedo. A mamã Juleta achava-me justa. Mas justa era ela; uma mulher que se separou cedo e criou, sozinha, 8 meninos. 8 barrigas para encher; 8 almas para preencher.

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O amor é leviano

Esta semana recebi o meu diploma de doadora de leite materno. Um encontro de mulheres. Para mulheres. Conversámos, choramos… “Sabem, uma mulher com um bebé de até 1 ano de vida encontra-se numa fase extremamente sensível; muita coisa pode ser gatilho para uma depressão. Mesmo um assalto na rua.”

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Mudjer tem kulpa rixu

“Não quero ser poderosa”. Saltou-me aos ouvidos esta afirmação. A voz era mansa, calma, delicada, mas firme. Não consegui ouvir a conversa toda, as lidas eram tantas para aquele dia. Mas tirou minutos à minha atenção. Em mim, a certeza de tratar-se de uma mulher decidida e confiante. Uma mulher cuja vida soou-me de batalhas e vitórias. A nossa caminhada sempre foi mais quente e sedenta.

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Carnaval dos tempos do “bididó”

Andamos por estes dias entre o vestido da Ana, da “Ledigo”, e o fatinho da Ladybug. Confesso que a segunda opção recebeu logo o meu voto. “Waaw, que maravilha. A mamã sempre amou as joaninhas.” No fundo, alívio. A Ana não tem por cá fãs, o que dá liberdade aos retalhistas para a rápida eliminação. Que as mocinhas não me oiçam, mas prefiro a Ana à Elsa.

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