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mother looking into her teenage daughter bedroom

Vamos ser Desconfortáveis

Queridos leitores. Fevereiro está no fim e, para cumprir a minha tradição, não falarei do meu novo ano solar. A crónica deste mês é um texto que adaptei há muitos anos, sobre as conversas desconfortáveis que devemos ter com os nossos filhos. Aquelas conversas que são importantes para tentarmos evitar no futuro, casos de violência sexual, uso de estupefacientes, álcool em excesso etc etc.

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Não durma antes de sonhar

“O que é ser velho para você? Para mim, a idade é só um registo na certidão de nascimento. Uma pessoa que vê graça na vida, que curte cada segundo intensamente e que prioriza a própria paz será jovem para sempre. ‘Cinquentei’ e me sinto com mais energia do que nunca.” Autor desconhecido

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2023 – o ano da minha saudade maior

2023 – o ano da minha saudade maior, mas também foi o ano que me mostrou, que a Maria que me pariu, criou e educou, criou uma mulher que é um talento na escrita, só preciso acreditar mais nisso.

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O dia em que morri para a minha mãe, e o meu amor por Elas

“Com a morte de um ente querido, não é ele que morreu para você, é você que morreu para ele. Não vais sentir saudades do abraço que nunca mais vais lhe dar, mas sim do abraço que nunca mais vais receber. No luto tens saudades daquilo que nunca mais serás para a pessoa” – Fabrício Carpinejar

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Uma ridícula carta de amor, não fossem ridículas todas as histórias de amor

Resolvi deixar meus receios de lado, e parece que finalmente terei os meus escritos reunidos em um livro nada ortodoxo. E na “vasculhação” das criações dignas de serem impressas em papel, deparei-me com umas ridículas cartas de amor que em tempos criei. Seriam cartas trocadas entre uma mulher e um homem, mas só se conhece as respostas do homem. Deixo-vos com aquela que mais se aproxima de uma possível realidade, que aconteceu num Verão, num longínquo mês de agosto.

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“Quando a porta da casa dos avós se fecha”

Há tempos li uma crónica sobre o fecho da casa dos avós, sobre o significado da casa dos avós. Cresci num bairro periférico da cidade do Mindelo, no maior bairro periférico da cidade. Um bairro tão grande que sempre foi dividido em 5 sub-bairros (pelo menos na altura): Monte Sossego pur li, Moonte Sossego pur lá, Olt Bomba, Cavoque Brumedje e Avenida d’Holanda.

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“Tudo passa, até a uva passa”

Olá, esta é a última crónica do ano para o Balai.cv. E estive as voltas para ver se escrevia sobre duas máximas populares. Então decidi fazer uma mescla, e trazer algo diferente.

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Hoje levei-lhe flores

Há uns três anos, a minha filhota falava-me de um texto que começava assim: “Hoje ele me mandou flores”. É um texto muito usado no contexto da campanha anual “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as Mulheres e meninas” que se inicia a 25 de novembro, e termina a 10 de dezembro.

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