Boa governança tem sido um recurso estratégico intangível para desenvolvimento sustentável do país, diz governante

O secretário de Estado das Finanças, Alcindo Mota, afirmou hoje que a boa governança tem sido um recurso estratégico intangível para o desenvolvimento sustentável de Cabo Verde e das empresas cabo-verdianas.

Segundo o governante, Cabo Verde é reconhecido internacionalmente pelos parceiros de desenvolvimento como exemplo de “boa governação” quer ao nível público, quer ao nível privado.

“Cabo Verde vem investindo fortemente numa sociedade de conhecimento, informação, inovação e de prosperidade pela via das transformações digitais económicas e sociais com os impactos e melhorias do ambiente de negócios e competitividade da eficiência e produtividade das empresas e na promoção da internacionalização das nossas empresas”, afirmou.

Para Alcindo Mota, só com a aceleração da transformação digital será possível gerar os níveis de ganhos e dividendos e digitais para Cabo Verde ao nível da inclusão digital, inovação da integração da economia digital, reduzindo os custos de transação e aumentando a eficiência dos processos do mercado que ajudam na diversificação económica e estimulam novos modelos e processos de negócios.

Afiançou que Cabo Verde continua fortemente comprometido com a implementação da sua agenda da estratégia digital na dinamização da sua economia digital, acrescentando que o arquipélago oferece inúmeras oportunidades de investimento nas diversas áreas prioritárias para a captação de investimentos estrangeiro para potenciar o desenvolvimento que se quer sustentável e inclusivo.

“O país abraçou o desafio de alcançar o objectivo de desenvolvimento sustentável, acreditamos que em 2030 Cabo Verde terá uma democracia consolidada e moderna, inclusiva, uma nação azul, digitalizada emergente e resiliente com pleno emprego e prosperidade compartilhada”, reiterou.

Entretanto, reconheceu que esta ambição deve ser assumida por todos, nomeadamente o sector privado onde se incluem as instituições financeiras, que, por sua vez, têm um impacto ambiental e social, sendo que na sociedade este impacto poderá estar associado à forma como este financiamento será utilizado.

Considerou ainda ser crucial que as organizações pensem no legado que deixarão e isto estará directamente ligado às boas práticas ambientais, sociais e governança.

“A implementação de práticas relevantes para alcançar a transição para uma economia neutra e socialmente responsável será um grande desafio”, declarou, defendendo a necessidade de uma maior consciencialização e o reconhecimento do “importante papel” na transição para um futuro mais sustentável alinhado com os objectivos de desenvolvimento partilhados.

Inforpress

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