Direcção de Estrangeiros e Fronteiras conta recolher 650 dados biométricos na ilha da Boa Vista

A equipa da Direcção de Estrangeiros e Fronteiras espera recolher cerca de 650 dados biométricos na ilha da Boa Vista, etapa que antecede a emissão do título de residência para estrangeiros, no âmbito da Regularização Extraordinário de Estrangeiro.

A perspetiva deste número foi avançada pela presidente da Comissão Nacional de Regularização Extraordinária, Ineida Barros, que falava à comunicação social sobre este processo que decorre na ilha da Boa Vista.
Indicou que o processo decorre com “boa afluência”, com pedidos e agendamento “em massa” até sexta-feira,18, para que no dia-a-dia se continue a fazer recolha de outros pedidos.

Conforme explicou Ineida Barros, trata-se de um processo que decorre para dar vazão ao “grande número” de pedidos.

“A nível de número de pessoas estamos com cerca de cem por dia, a nível de recolha de dados biométricos realizamos 50, na terça-feira, 17, porque os outros atendimentos foram noutros âmbitos, mas não se fez a recolha”, especificou, adiantando que na quarta-feira, 18, a recolha foi de cem dados biométricos, prevendo-se o mesmo número para hoje.

Outra especificidade desta recolha na ilha da Boa Vista, segundo Ineida Barros, é a constatação de uma “grande adesão” de agregados familiares e de crianças, o que agradou a mesma fonte, que apelou às famílias para continuarem a fazer agendamento para recolha de dados biométricos.

Até porque, lembrou, ainda se vai a tempo de se efectuar pedidos de agregados familiares, já que o processo deve durar mais um mês.

“Estamos com um objetivo de 650 recolhas de dados biométricos nesta atividade e pela forma como tem decorrido acho que vamos conseguir cumprir”, finalizou a presidente da Comissão Nacional de Regularização Extraordinária, Ineida Barros.

Inforpress

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