Presidente da UCID exige ao Governo, câmara e Electra que resolvam problema de iluminação pública em São Vicente

O presidente da União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID, posição) pediu hoje ao Governo, à Câmara Municipal de São Vicente e à Electra para resolverem o problema de iluminação pública na ilha para garantir a segurança das pessoas.

João Santos Luís fez este pedido após visitar alguns bairros de São Vicente, entre eles Monte Sossego, Ribeirinha, Chã de Alecrim e Madeiralzinho, nos quais diz ter constatado o problema comum da falta de iluminação pública, também de água e de saneamento.

“Há iluminação deficiente em quase todas as zonas e não sabemos porque é que a Electra não está a tomar medidas. Neste momento temos uma onda de assaltos, porque está-se a aproximar do final do ano, por todas as zonas, principalmente Fonte Francês”, declarou João Luís, alertando a Polícia Nacional para agir em conformidade.

Segundo João Santos Luís a Iluminação pública que é binómio de segurança e própria câmara municipal deve chegar junto da Electra para resolver esta situação.

“As pessoas pagam a iluminação pública e têm que usufruir do que pagam. Neste caso a Electra está a fazer orelhas moucas e nem a câmara e nem o Governo faz nada”, criticou, lembrando que além do problema de iluminação pública a câmara tem realizado obras sem qualquer planificação.

“É só ver as obras de calçada que fazem na Ribeirinha, precisamente na zona debaixo de João Évora e Zona X, para tirarmos essa conclusão. A zona de Fundo de Mestre é uma tristeza, porque é uma zona que já tem casas organizadas e câmara não faz intervenção nas ruas e a população pede desesperadamente”, exemplificou.
Por outro lado, o político diz ter encontrado “uma boa camada jovem” em desemprego.

“Ficamos admirados e perguntamos onde é que o Governo foi arranjar os números para dizer que em São Vicente não há problema de desemprego. Ao falarmos com as pessoas vemos claramente que há falta de emprego em São Vicente, sobretudo jovem”, garantiu, afirmando que ou as medidas que o Governo diz que está a tomar para combater o desemprego não estão a ser direccionadas para que se propõe ou trata-se de uma falácia do próprio Governo”.

Inforpress

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