Lançado no Sal sistema automatizado de identificação biométrica nos Serviços de Fronteiras

O primeiro-ministro testemunhou esta quinta-feira, 15, na ilha do Sal, o lançamento da segunda fase do Sistema Automatizado de Identificação Biométrica, que permitirá maior eficiência nas operações dos Serviços de Fronteiras.

A implementação deste sistema nas fronteiras nacionais, a confirmação do reconhecimento da biometria facial, passa a constituir um “elemento determinante” no processo de análise e controlo fronteiriço, a par da verificação das demais condições de entrada e saída do
País, da validação da autenticidade do passaporte e dos dados do passageiro e da verificação de inexistência de medidas cautelares ou outras interdições legais.

O período experimental teve início no dia 06 de Setembro, no Aeroporto Internacional Amílcar Cabral.

Segundo o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, trata-se de um “bom sistema” que aumenta o nível de segurança nos aeroportos e nas fronteiras, bem como a celeridade e eficiência das operações.

“Depois do passaporte eletrónico estamos a fazer aqui um desenvolvimento, um “upgrade” muito importante, colocando os nossos aeroportos, particularmente na ilha do Sal, ao nível dos aeroportos mundiais que hoje pautam sempre pelo reforço de segurança, mas ao mesmo tempo eficiência e celeridade nas operações, o que é um grande ganho”, justificou.

Considerando este sector, tecnologicamente muito exigente, com muitas mudanças, o chefe do executivo disse que é fundamental Cabo Verde estar a acompanhar essas evoluções.

“E garantirmos não só a segurança da pessoa em concreto, mas a segurança dos outros passageiros, do País, e, ao mesmo tempo, celeridade na movimentação nos aeroportos”, explicou.

Ulisses Correia e Silva concluiu, reiterando, que este sistema é bom para os aeroportos, estando em condições de prestar um melhor serviço ainda.

“O que é bom para a credibilidade do País, bom para a confiança daqueles que nos visitam e é bom também para colocar Cabo Verde no rol dos países que têm e estão a utilizar tecnologias avançadas para a gestão das suas fronteiras”, finalizou.

Inforpress

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