Covid-19: António Monteiro diz que autoridades devem decretar situação de calamidade se for tecnicamente recomendável

O presidente da União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID) disse ontem, 12, que as autoridades devem seguir aquilo que é tecnicamente recomendável, caso entenderem decretar situação de calamidade, face ao aumento de casos activos da covid-19.

 

O líder da UCID, que se encontrava em contactos com os eleitores de Santiago Norte, reagia à situação epidemiológica da covid-19, em Cabo Verde, sobretudo na Cidade da Praia, que neste momento tem cerca de 700 casos activos.

Para António Monteiro, o Movimento para a Democracia (MpD) e Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) “precisam diminuir” o número de participantes nas arruadas, contactos porta-a-porta e nos comícios para evitar a propagação da covid-19.


“Desde o início, temos procurado limitar o número de pessoas na campanha e fazer aquilo que as autoridades sanitárias mandam. O problema são os outros dois partidos do arco do poder que precisam diminuir o número de participantes nas arruadas, nos contactos porta-a-porta e nos comícios que infelizmente estão a fazer”, criticou o político.


A mesma fonte lembrou que, desde o arranque da campanha, a UCID alertou: “se os partidos políticos não tomassem cuidado, o País ia entrar numa situação difícil”.


E os dados que surgem dia após dia “mostram precisamente isso”, sintetizou.


“Há uma grande irresponsabilidade dos partidos na campanha eleitoral”, afirmou o presidente da UCID.


Inforpress/Fim

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