Presidente reeleito aponta “união” das associações como “objetivo comum” para dinamizar ciclismo

O presidente da Federação Cabo-verdiana de Ciclismo (FCC), Marcos Mendes, aponta a “união” das associações como “objetivo comum” para dar maior “dinâmica” à modalidade.

Marcos Mendes foi reconduzido ao cargo no último fim-de-semana, em assembleia-geral eletiva, vencendo o concorrente Manuel Tomás, por 5-4, no conjunto das nove associações.

Em declarações à Inforpress, o responsável federativo avançou que a sua equipa pretende melhorar aquilo que não foi conseguido no primeiro mandato, uma vez que, conforme esclareceu, “foram dois anos perdidos devido à pandemia da covid-19”.

“Agora que as coisas estão a sanar vamos juntar e trabalhar na união das associações à volta do objetivo comum de dinamizar a modalidade e com mais presença da federação em outras regiões desportivas”, explicou.

Para isso, Marcos Mendes apontou a criação de uma delegação na região Norte, para o suporte técnico, administrativo e financeiro, assim como a aposta nas escolas de formação em diferentes segmentos do ciclismo, nomeadamente o triatlo e a montanha BMX.

“Queremos abraçar todos esses segmentos e, para isso, precisamos de união e envolvimento de todas as associações, (…), também das empresas e entidades que podem ajudar a movimentar esta modalidade”, apelou Marcos Mendes, considerando que por ser uma modalidade “muito cara” precisa de maior apoio.

“A aquisição de materiais exige muito de quem os vai usar e, normalmente, eles é que têm de adquiri-los. Por isso, vale a pena trazer um conjunto de outros apoiantes que podem nos ajudar na compra dos equipamentos”, indicou.

Em termos de competições, avançou que a FCC pretende realizar provas nacionais, “uma das incumbência da federação”, e participar, ”numa primeira fase”, em provas na sub-região africana.

Neste particular, disse que é preciso preparar os atletas nacionais no sentido de terem um nível técnico competitivo para participar nas provas internacionais, que podem ser os Jogos Olímpicos ou em ‘tours’ organizados anualmente.

Marcos Mendes considerou, contudo, que o ciclismo nacional está num caminho, contando com apoio do Comité Olímpico Cabo-verdiano (COC), do Instituto do Desporto e da Juventude (IDJ) das câmaras municipais e uma “boa resposta” das associações.

Inforpress

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