Brava: Peixeiras e clientes “satisfeitos” com as novas condições do mercado de peixe

As peixeiras da ilha demonstraram-se “satisfeitas” com as condições oferecidas no novo mercado de peixe em Nova Sintra, o que também deixou “satisfeitos” os clientes pelo serviço e a qualidade do produto comercializado no local.

Em declarações à imprensa, a peixeira Cíntia Cardoso explicou que a venda está a decorrer de forma “normal”, embora tenha havido alguma mudança de preço, pois, conforme realçou, os pescadores aumentaram o preço, o que implica também um aumento por parte das peixeiras.

Mas quanto ao espaço, destacou que agora conseguem oferecer um produto bem conservado aos clientes, não estão expostas ao sol ou a qualquer outro tipo de mau tempo, sem contar que os clientes se sentem “mais confortáveis” na escolha do produto que se encontra conservado nas malas térmicas.

Ana Macedo é uma outra peixeira que corrobora da mesma opinião, ressaltando que este é o “maior investimento” feito na ilha para as peixeiras que agora se sentem “valorizadas” e munidas de todas as condições para exercerem a profissão com toda a dignidade que merecem.

Além do espaço e de condições para conservação do peixe, a mesma fonte acentuou que há casas de banho no local, água corrente, que permite manter o local limpo e ter um nível de saneamento e higiene mais elevado para garantir a qualidade do produto.

Entretanto, reforçou que agora é necessário preservar e conservar o espaço, para permitir investimentos em outras áreas.

Quem também elogiou o mercado e a forma como se encontra o peixe conservado e as condições criadas para uma boa prestação de serviços são os clientes, entre eles Belmira Cardoso que considerou que o que se vê hoje é “totalmente” diferente daquilo que havia antes.

Luís Mendes também é um cliente “satisfeito” não só com o espaço, mas também pela forma como o encontrou organizado e limpo, o que “dá prazer” às pessoas em comprarem o produto, sem presença de moscas, lixo ou outras situações a que antigamente as peixeiras se encontravam expostas.

Agora, conforme salientaram os clientes, a missão de conservar e preservar o espaço é de todos, tanto das peixeiras como dos clientes que frequentam o espaço, para o bem da ilha e da população.

O novo mercado de peixe custou cerca de 8.500 contos, financiados pelo Fundo do Ambiente e pelo Fundo da Descentralização e tem capacidade para acolher 15 peixeiras, mas este número pode atingir os 20.

 

Inforpress

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