Ministro do Mar considera que novo Mercado de Peixe do Porto Novo vai garantir melhores condições de trabalho aos tratadores e peixeiras

O ministro do Mar, Abraão Vicente, considerou que novo Mercado de Peixe, inaugurado esta quarta-feira, 21, na zona de Covada, na cidade de Porto Novo, vai garantir melhores condições de trabalho e “dignidade” aos tratadores e peixeiras.

No entanto, Abraão Vicente apelou aos beneficiários do mercado para valorizarem e cuidarem da infraestrutura para que a mesma possa ter “impacto”.

“Vamos cuidar e valorizar essa infraestrutura e fazê-la desenvolver, porque se não cuidarem dela em pouco tempo teremos de fazer novas obras e estamos num mundo onde os recursos não são infinitos e quando uma infraestrutura está construída e equipada só temos de cuidar”, alertou.

Neste sentido, o ministro do Mar realçou ser fundamental envolver todos os beneficiários do mercado a utilizarem-no.

Com o mercado do peixe, Abraão Vicente acentuou ainda que já “não há desculpas” para andar pela cidade a vender o pescado ambulante, onde o produto “desvaloriza” e perde a sua qualidade.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal do Porto Novo, (CMPN), Aníbal Fonseca, disse que ficou satisfeito com a obra e garantiu que a infraestrutura terá um impacto socioeconómico que é a promoção e alavancar a classe do sector do mar.

“Esta primeira fase é determinante e fundamental para o sector da pesca aqui no município temos um potencial grande à volta do sector das pescas e a nossa ambição para este sector é ainda maior”, frisou.

O edil porto-novense afiançou que o mercado de peixe reúne todas as condições de trabalho, entretanto, constatou que será “muito difícil ou impossível” garantir a “sustentabilidade” do mesmo em relação ao sistema de energia convencional.

“Iremos trabalhar para termos energia renovável de modo a diminuirmos o custo de energia” pontuou.

A representante das peixeiras, Maria Filomena Fonseca, afirmou que ficou estou “muito contente” com a inauguração. Segundo a mesma fonte, a infraestrutura vai tirá-las da rua para e terão melhores condições principalmente de higiene.

“Quero pedir aos meus colegas para preservarem este mercado que é de todos para trabalharmos com amor e paz”, lançou o repto.

A infraestrutura vai beneficiar 28 vendedoras e oito tratadores e representa um investimento de 20 milhões de escudos, cofinanciados pela cooperação luxemburguesa e pelo Governo de Cabo Verde.

Inforpress

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