Enacol cria sala de amamentação como forma de sensibilização da promoção ao aleitamento materno a nível empresarial

woman holding child and breastfeeding
Photo by Helena Jankovičová Kováčová on Pexels.com

Enacol cria sala de amamentação como forma de sensibilização da promoção ao aleitamento materno a nível empresarial

Para o ano 2024 a empresa já tem a confirmação de 4 colaboradoras que poderão utilizar o espaço.

No início de fevereiro, a empresa nacional de combustíveis Enacol anunciou a criação de uma sala de amamentação na sede da empresa em São Vicente. A iniciativa é direcionada para as colaboradoras que são mães, de modo a oferecer-lhes “um ambiente inclusivo e acolhedor”, avança a empresa.

“A sala tem como objetivo para além de promover a conciliação entre a vida profissional e pessoal das mulheres que são colaboradoras na Enacol, criar um ambiente laboral mais inclusivo e amigável e também contribuir para a sensibilização da Promoção, Proteção e Apoio ao Aleitamento Materno a nível empresarial”, afirma em declarações ao Balai a diretora dos Recursos Humanos da Enacol, Indira Leite.

Segundo a mesma fonte, o espaço foi equipado de forma a proporcionar condições adequadas e seguras para atender as necessidades das colaboradoras durante o período em que compreendem a importância de praticar o aleitamento materno ser “imprescindível e inadiável”.

Ainda realça que o novo espaço foi concebido exclusivamente para as colaboradoras mães que necessitam de extrair o leite de forma discreta e confortável e conservá-lo na temperatura recomendada no aparelho disponível para o efeito, como forma de conciliar a demanda e promover um alívio e bem estar às mães. “Mas não excluímos a possibilidade das mães amamentarem os bebés, caso por força maior, não seja possível outra alternativa”.

A empresa conta para este ano com 4 colaboradoras grávidas que poderão utilizar o espaço para extração do leite.“ Mas com a política de rejuvenescimento contínuo das equipas na empresa, contamos com maior adesão com o passar do tempo”, adiantou a mesma fonte.

Questionada sobre a possibilidade de se criar mais salas de amamentação noutros espaços da empresa, Indira Leite afirma que a representatividade de colaboradoras do género feminino por agora é mais acentuada na sede em São Vicente, nomeadamente, as mais jovens e em idade reprodutiva, pelo que a nível de investimento e retorno não faz sentido por agora criar mais salas de amamentação.

A mesma realça que criar este tipo de política e condição de trabalho acaba por ser um incentivo às outras empresas e também uma forma de fortalecer a cultura organizacional.

“A mensagem que queremos passar é que podemos agregar valor às nossas pessoas, causando grande impacto com interesse genuíno no bem-estar delas e que este tipo de iniciativa é um investimento e não um custo, em que se colhe um resultado para todos a médio e longo prazo”, finalizou.

Cidália Semedo/Estagiária


ARTIGO EDITADO A 21/02 (RETIRADO TERMO FUNCIONÁRIAS DO TÍTULO E LEAD)

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest