Mercado da Praia sem “limpeza a fundo” há cerca de seis meses, segundo denunciantes

Mercado da Praia sem “limpeza a fundo” há cerca de seis meses, segundo denunciantes

O mercado da Praia onde todos vão buscar alimentos para uma refeição saudável está sem ”limpeza a fundo”, há cerca de seis meses, soube a Inforpress junto de pessoas que coabitam com a situação.

Em conversa com a Inforpress, pessoas que queriam denunciar a situação afirmam sentir-se desoladas, pois, a única limpeza que se tem feito desde Outubro é apenas as que as mulheres de limpeza fazem, ou seja, varrer e apanhar lixo.

“A limpeza ao fundo que se fazia para limpar o chão e as bancadas não tem sido feita desde Outubro e nós que vendemos, neste sítio, começamos a sentir já os maus cheiros e não só. Há mulheres que já começam a entrar cá dentro com seus baldes e lixo para poderem fazer as suas necessidades e deixar debaixo das bancadas de venda”, denunciou uma vendedora.

Assim como está, outras mulheres também que circulam no mercado para ganhar o seu sustento afirmaram que a situação está ficando “difícil”, pois, desde que entrou a nova equipa camarária, ainda não foi nomeado um gestor para aquele serviço.

“Está tudo ao Deus dará, as vendedeiras já começam a fazer das suas, como gostam, o mercado está a ficar cheio, pois, ninguém diz para não entrarem com todas as mercadorias”, disse Maria Joana (nome fictício), que reclama o estado das coisas em que se encontra a rua pedonal, os arredores do espaço do mercado onde já se encontra pessoas a colocarem produtos no chão para venda.

Isso porque explicou a mesma fonte, já os fiscais também não estão a trabalhar e a pôr ordem como antes acontecia, levando a que a “boa imagem que a Praia conquistou se retroceda”.

No local, a Inforpress constatou que a volta do mercado tudo se tornou num caos, a ponto das vendeiras colocarem carros de venda de hambúrguer a frente da porta de mercado, sustido por blocos, vendas no chão, sem ninguém para fiscalizar ou repor ordem.

A Inforpress, no entanto, contactou José Carlos Moniz Varela, da SEPAMP, para explicar a situação, mas este responsável não quis falar, afirmando apenas que a limpeza a fundo do mercado estava sobre a responsabilidade de uma empresa privada.

Inforpress/Fim

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