Ministro reconhece “desafio maior” na destruição de armas de fogo convencionais

O ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, reconheceu hoje, na cidade da Praia, um “desafio maior” na destruição de armas de fogo de fabrico convencional, apreendidas pelas autoridades policiais na posse de criminosos.

Paulo Rocha fez estas declarações à imprensa, à margem do acto de destruição de mil armas apreendidas de Janeiro de 2021 até esta parte na região de Santiago Sul, sendo 600 armas brancas diferenciadas e 400 armas de fogo de fabrico artesanal denominadas “boca bedju”.

“As armas convencionais também devem ser destruídas, aqui eu chamo atenção também para o facto de nós estarmos a destruir aquelas armas que o Tribunal já informou à polícia que estão livres para destruição”, disse.
Ainda sobre armas de fabrico convencional, Paulo Rocha disse que estas oferecem um “desafio maior” em termos de destruição que a polícia está a equacionar.

“Já se tentou no passado, não resultou muito bem. São armas que têm que ser desativadas primeiramente e depois destruídas. A polícia está a equacionar e proximamente fará também uma operação de destruição de algumas dessas armas e isso tem que acontecer gradualmente”, acrescentou.

Questionado sobre a quantidade destas armas que estão apreendidas pelas autoridades policiais, Paulo Rocha disse não saber os números de cor e que “é preciso fazer um levantamento”.

Inforpress

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