Centenas de crianças aderem às atividades das colónias de férias na Praia e no Mindelo

As colónias de férias realizadas na capital e na ilha de São Vicente estão a todo o vapor, com atividades que visam entreter, mas também ensinar novas aptidões aos mais novos durante as férias escolares. O Balai conversou com alguns dos promotores destas atividades para saber como tem sido a adesão das crianças.

Com a chegada das férias escolares, muitos procuram por alternativas para os filhos e este ano não foi exceção. Na cidade da Praia, há várias opções de colónias de ferias com oferta de atividades diversas como música, gastronomia, música, entre outros.

As oficinas de verão da Cesária Évora – Academia de Artes (CEAA) começaram a 6 de julho e terminam no próximo dia 28 de julho. Segundo Ana Coelho, da CEAA, a colónia tem tido uma boa adesão das crianças.

A Cesária Évora – Academia de Artes tem realizado várias atividades para ocupação das crianças tais como: Musicalização, Minibanda, Violino Experimental, Expressão Plástica (pintura acrílico sob tela), Teatro de fantoches, Histórias e Ilustrações, Intensivo Guitarra, Barro e cor (modelagem).

“No total estão inscritos na colónia de férias da CEAA 140 crianças e adolescentes, com idades compreendidas entre os 5 até 15 anos”, afirma Ana Coelho.

Segundo a entrevistada, as atividades decorrem das 8:30 às 18:00 e a Expressão Plástica (pintura acrílico sob tela), Musicalização e a modelagem são as atividades mais procuradas pelos alunos.

A colónia de férias realizada pelo Centro Cultural Brasil – Cabo Verde (CCB-CV), na capital, que iniciou na segunda-feira 18 de julho e que deve terminar em finais de agosto, conta com um total de 76 crianças e adolescentes com idades entre 6 e os 15 anos. As atividades decorrem apenas no período de manhã, das 9:00 até às 12:30.

Segundo Yanick Mendes, do Centro Cultural Brasileiro, as atividades variam entre música, dança, culinária, ginástica etc. É o caso de Violão, Hip Hop, Pintura (arte em papel), CrossKids, entre outras. O preço do pacote custa 3.000 escudos mensais, podendo variar consoante as atividades. “Para os que optam pelo violão o preço é de 3500 escudos por mês, pela culinária é de 2500 escudos por uma semana (crianças com idades dos 9 aos 15 anos)”.

A escola Dança & Arte, no Platô, proporciona no período de férias escolares atividades que visam desenvolver as capacidades dos alunos e ocupação do tempo livre. Em declarações ao Balai, Gorreth Vaz, gestora da escola explica que as atividades que os alunos mais gostam são: Ioga, inglês, visitas de estudo e as aulas ao ar livre.

“No geral a escola conta com 20 crianças e adolescentes inscritos na colónia de férias, no período das 8:00 às 17:00. O custo por um período é de 2000 escudos e para dois períodos é de 3800.”

Gorreth Vaz acrescenta que na primeira fase da colónia (primeiras três semanas) contaram com 66 crianças e que a escola dispõe das seguintes atividades: Ballet, Danças (tradicional e contemporânea), Hip Pop, Ginástica Acrobática, Yoga, Capoeira, estudos acompanhados, trabalhos lúdicos, entre outros.

Em São Vicente, a Academia Livre de Artes Integradas do Mindelo (ALAIM) promove anualmente a colónia de Férias Arte Verão Alaim (FAVA). As atividades que começaram a 18 de julho e encerram a 20 de agosto, acontecem num período único, das 9:00 às 18:30.

Segundo a coordenadora do ALAIM, Cibélia Fonseca, a colónia tem um leque de atividades como: dança (contemporânea e Hip Hop), música, teatro, cinema, culinária, percussão, artes plásticas (criatividade), cerâmica, capoeira entre outras, para crianças e adolescentes dos 5 aos 15 anos.

“O objetivo do evento é fazer com que as crianças aprendam alguma coisa e que tenham um bom resultado para no final fazerem uma apresentação aos pais”.

Acrescenta ainda a coordenadora, que este ano a adesão foi um pouco menor por causa da pandemia, mas que mesmo assim contam com um total de 100 crianças.

“A oficina completa do FAVA é de 5000 escudos mensais, por duas semanas 2000 escudos e por três 3000 escudos, sendo as mais procuradas a culinária, a cerâmica, capoeira, cinema e percussão”.

Cátia Gonçalves/ estagiária

Artigo atualizado às 15h30

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