Joe Biden fala hoje sobre a invasão do Capitólio e deve responsabilizar Donald Trump

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, vai usar nesta quinta-feira, 6, o primeiro aniversário do assalto ao Capitólio por apoiantes do então Presidente Donald Trump para falar abertamente sobre o impacto do evento considerado chocante e colocar a responsabilidade em Trump.

“Espero que o Presidente Biden exponha o significado do que aconteceu no Capitólio e a responsabilidade singular que o Presidente Trump tem pelo caos e a carnificina que vimos”, disse a secretária de imprensa da Casa Branca.

Jen Psaki acrescentou que Biden “vai resistir à força contra a mentira espalhada pelo ex-Presidente na tentativa de enganar o povo americano e seus próprios apoiantes, bem como desviar a atenção do seu papel no que aconteceu”:

“Então, ele vai, é claro, falar para o momento, para a importância na história da transferência pacífica do poder, do que precisamos fazer para proteger a nossa própria democracia e estar voltados para o futuro, mas ele também vai reflectir sobre o papel do seu antecessor”, concluiu Psaki.

Além de Joe Biden, a vice-presidente Kamala Harris também fará um discurso na manhã desta quinta-feira, ao lado do Presidente.

Na quarta-feira, o procurador-geral dos Estados Unidos, Merrick Garland, prometeu que os procuradores do Departamento de Justiça perseguirão os perpetradores “a qualquer nível” responsável pelo motim.

Merrick Garland, não citou nenhum indivíduo que possa ser processado, mas disse: “Não pode haver regras diferentes para os poderosos e os impotentes”.

Na terça-feira, o antigo Presidente Donald Trump cancelou repentinamente uma conferência de imprensa marcada para a noite desta quinta-feira na sua propriedade na Flórida, onde também pretendia falar sobre o assalto ao Capitólio que deixou cinco pessoas mortas e mais de 130 feridas e viu mais de 720 participantes acusados de crimes.

Trump disse que, em vez disso, iria discutir “tópicos importantes” de um comício marcado para 15 de Janeiro no Arizona.

Em comunicado, o antigo Presidente acusa o comité do Congresso que investiga a invasão de mostrar de “total parcialidade e desonestidade”.

Ele afirma que a eleição presidencial de novembro de 2020 foi marcada por fraude e que ele realmente venceu, embora não exista qualquer evidência para confirmar a afiramção.

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