Rusga do FBI em casa de Trump em Mar-a-Lago, Florida

O ex-presidente dos EUA Donald Trump disse que agentes do FBI invadiram a sua propriedade Mar-a-Lago em Palm Beach, Florida. O Departamento de Justiça tem estado a investigar a remoção dos registos presidenciais oficiais para a propriedade de Trump na Florida no final da sua presidência.

“A minha bela casa, Mar-A-Lago em Palm Beach, Florida, está actualmente sitiada, invadida e ocupada por um grande grupo de agentes do FBI”, disse Trump em longa declaração na segunda-feira à noite.

“Depois de trabalhar e cooperar com as agências governamentais relevantes, esta rusga sem aviso prévio à minha casa não foi necessária nem apropriada”, disse ele.

Trump não disse porque se realizou a rusga. O Departamento de Justiça não comentou imediatamente a declaração de Trump.

O ex-presidente acusou o governo de “má conduta do Ministério Público”, dizendo que a rusga equivale à “armamentização do Sistema de Justiça”.

“Nunca tinha acontecido nada assim a um Presidente dos Estados Unidos”, disse ele.

O ex-Presidente Donald Trump fala durante um evento a 8 de Julho de 2022, em Las Vegas. (arquivo)

Trump disse que agentes do FBI abriram mesmo o cofre na sua casa.

Estes desenvolvimentos surgem quando Trump se prepara para uma potencial corrida presidencial em 2024, possivelmente preparando-se para uma desforra contra o Presidente Joe Biden. Ele acusou os Democratas de “desesperadamente” não quererem que ele volte a candidatar-se.

O Departamento de Justiça tem estado a investigar a remoção dos registos presidenciais oficiais da Casa Branca para a propriedade de Trump na Florida, no final da sua presidência. Não é claro se a rusga está relacionada  com essa investigação.

Trump disse anteriormente ter concordado em devolver certos registos à Administração dos Arquivos e Registos Nacionais dos EUA, chamando-lhe “um processo normal e rotineiro”.

O Departamento de Justiça também tem vindo a investigar os esforços dos aliados de Trump para inverter os resultados das eleições presidenciais de 2020 e do ataque de 6 de Janeiro de 2021 contra o Capitólio.

O departamento não anunciou se procurará formular acusações criminais contra Trump nessa investigação.

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