Presidente do ITCV destaca localização do país como estratégico para dinâmica do sector empresarial em relação aos investimentos

O presidente do Instituto do Turismo reconheceu esta quarta-feira, 12, que o facto de Cabo Verde estar localizado no cruzamento das rotas do Atlântico e sendo o destino tropical mais próximo da Europa, tem uma dinâmica muito crescente do sector empresarial.

“Cabo Verde é um país definitivamente magnífico, localizado estrategicamente no cruzamento das rotas do Atlântico, é o destino tropical mais próximo de um dos mercados mais dinâmicos em termos de emissor de turismo, que é a Europa”, explicou Humberto Lélis.

Lélis disse que o país dispõe de recursos naturais extraordinários, referindo-se às praias que, em seu entender, são as melhores do mundo.

“Temos a nossa realidade, nomeadamente, as nossas ilhas, as montanhas, a exuberância da beleza natural e a vivência social que é, também, extraordinária”, continuou.

Para Lélis, é natural que o tecido empresarial tenha entendido isso e tenha feito as contas “analisado tanto o país, como todas as variáveis de competitividade”.

“É normal ter aqui, uma dinâmica muito crescente e interesse do sector empresarial em relação aos investimentos”, disse.

Segundo Humberto Lélis, um facto “interessante” é que cada vez mais a diáspora cabo-verdiana “está a mostrar-se interessada em relação ao turismo”.

Por isso, realçou a articulação entre o ministério e o Instituto do Turismo para dar resposta em relação ao crescente interesse da diáspora cabo-verdiana em relação aos investimentos em Cabo Verde.

Questionado sobre o interesse crescente dos investidores por Cabo Verde, o presidente sublinhou que há uma diferença “substancial e qualitativa”, da primeira edição a esta, que “com certeza irá superar a captação de investimentos”.

A mesma fonte concluiu salientando a pretensão de, até 2030, fazer o país crescer à volta de 25 mil quartos.

“É crítica a necessidade do aumento da capacidade de alojamento do país, há uma pressão mundial nos mercados, sobretudo no Inverno e não estamos a conseguir dar respostas em relação à pressão de demanda dos mercados”, conclui.

Inforpress

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