Responsável destaca peso “muito grande” da medicina tradicional para a promoção da saúde

 A assessora do Ministério da Saúde para implementação da medicina tradicional em Cabo Verde, Leila Rocha, reconheceu hoje, na Praia, a importância e o “peso muito grande” que a medicina tradicional tem para a promoção da saúde.

Leila Rocha falava à imprensa à margem da feira de medicina tradicional, a acontecer na Praça Alexandre Albuquerque, no Platô, em comemoração do 20º aniversário do Dia da Medicina Tradicional Africana, sob o lema “Duas décadas do Dia Africano da Medicina Tradicional: progresso para alcançar com a Cobertura Universal de Saúde em África”.

Todas as plantas medicinais, observou, devem e são utilizadas para tratar situações de saúde, tanto a promoção da saúde, a prevenção de doenças como também o tratamento de algumas doenças mais comuns.

“Nós reconhecemos que a medicina tradicional tem um peso muito grande, não há um único cabo-verdiano que alguma vez na vida não tenha experimentado remédio de terra, então já é algo que praticamos diariamente”, frisou Leila Rocha.

O objetivo da feira passa, segundo a mesma, por demonstrar a pertinência e resgatar a medicina tradicional africana, dando-lhe mais visibilidade, importância e promovê-la cada vez em Cabo Verde.

“Ao apostarmos na prevenção utilizando as plantas medicinais acabamos por conseguir diminuir também o fluxo das pessoas nos serviços de saúde porque já consegue tratar a maioria das maleitas em casa”, precisou aquela responsável.

Realizada pela Direção Nacional de Saúde com a colaboração do Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP) e da Câmara Municipal da Praia, a celebração do 20ª aniversário do Dia da Medicina Tradicional Africana hoje era uma atividade para ser realizada no dia 31 de Agosto, dia que se celebra a medicina tradicional africana, mas por condições climatéricas não foi possível, segundo o diretor nacional de Saúde.

Segundo Jorge Noel Barreto, a medicina tradicional africana também é utilizada amplamente e serve para várias situações, mas as pessoas têm que saber utilizá-la bem.

A feira com cerca de 12 stands vai servir, segundo o mesmo, para também fornecer mais informações sobre as potencialidades das ervas africanas no tratamento das doenças e pode ser também mais uma ferramenta para permitir que as pessoas tenham acesso à saúde no âmbito da cobertura universal da saúde.

Inforpress

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