Sal: ASA vai analisar melhor forma de gerir o acesso ao interior do terminal – directora comercial

A directora comercial da Empresa Nacional de Aeroportos e Segurança Aérea (ASA) assegurou hoje que a empresa vai analisar a melhor forma de gerir o acesso e estabelecer novos procedimentos de entrada e permanência no interior do terminal.

 

Selma Neves manifestou a intenção quando abordada pela Inforpress sobre as reclamações e preocupações das lojistas da área comercial do Aeroporto Internacional Amílcar Cabral (AIAC), perante a medida de interdição de pessoas, que não sejam passageiros, no interior do terminal, face ao contexto da pandemia da covid-19.


“Partilhamos o sentimento dos concessionários, pois a ASA tem todo o interesse em facilitar e dinamizar o negócio não aeronáutico, principalmente numa conjuntura em que a actividade aeronáutica está reduzida a uma ínfima percentagem do que era. A ASA vai analisar a melhor forma de gerir o acesso, e estabelecer novos procedimentos de entrada e permanência no interior do terminal”, reiterou.


Explicou que no contexto da covid-19, as restrições no acesso ao interior dos aeroportos de Cabo Verde são estabelecidas pela Resolução do Governo n⁰ 77/2020 de 29 de Maio, e pela Instrução da AAC n⁰ 03/AAC/2020, sendo o sector de aviação um sector regulado, a ASA, enquanto entidade gestora dos aeroportos de Cabo Verde, tem de “necessariamente” acatar as instruções da autoridade da aviação civil, a AAC.


Segundo Selma Neves, em Agosto de 2020, após uma análise cuidada relativa à capacidade da zona pública dos aeroportos, levando em conta as medidas de segurança sanitária, nomeadamente lotação reduzida, o distanciamento recomendado e o uso de máscaras, a ASA fez uma proposta à AAC no sentido de se alterar a instrução para permitir o acesso a não passageiros nos terminais dos aeroportos de Cabo Verde.


Na sequência, referiu que o assunto foi debatido, e que a última revisão da referida instrução, atribuiu à ASA o controlo de acesso ao terminal do Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, pela configuração do aeroporto que já tem uma separação entre a zona pública e a zona de check-in.


Entretanto, disse não saber ao certo se as futuras revisões irão prever o mesmo para os outros aeroportos, isso dependendo da evolução da pandemia.


“Entendemos que o momento seja de alguma angústia e que requer uma atenção especial tanto da ASA como das autoridades, mas a prioridade é a saúde pública, respeitando as orientações das entidades competentes”, concluiu.


Inforpress/Fim

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