Arranca julgamento dos dois presumíveis autores do homicídio jovem de 30 anos na Ponta do Sol

O julgamento dos dois presumíveis autores do assassinato do jovem de 30 anos, que respondia pelo nome de Cândido Marçal, mais conhecido por Bomba, arranca esta terça-feira, 12, no Tribunal da Comarca da Ribeira Grande.

Os dois presumíveis autores do homicídio, Yuren Fonseca (Marak), de 26 anos de idade, e Emerson Martins (Nhau), de 25 anos, estão em prisão preventiva a aguardar julgamento.

A vitima foi assassinado em Agosto do ano passado com um pedaço de balaústre na cabeça.

Segundo o então comandante da Esquadra da Polícia Nacional na Ponta do Sol, naquela época Danielson Varela, a vítima, que era motorista de profissão, sofreu uma agressão física com um soco e um golpe com um pedaço de balaústre na cabeça.

“O caso terá acontecido por volta das 20:15, quando Cândido Marçal (Bomba) estava num bar e terá sido abordado pelos dois agressores”, explicou.

Conforme Anilton Delgado, que disse ter assistido a tudo, após uma troca de palavras e de empurrões, Bomba terá optado por evitar a briga mas Marak e Nhau “queriam brigar a todo o custo”.

“Quando decidiu sair à rua, Bomba foi agredido com um soco e logo de seguida com o golpe de balaústre”, disse.

Na altura uma “grande moldura humana” saiu à rua para se manifestar junto à Esquadra da Polícia Nacional, na Ponta do Sol, que acusavam de não ter feito nada para evitar o ocorrido apesar da pouca distância que separa a Esquadra e o local do ocorrido.

É que, segundo moradores da Ponta do Sol, os dois agressores são reincidentes, já foram condenados e cumpriram pena, eram muitas vezes presos e soltos logo depois, ao contrário da vítima que, segundo a própria polícia, era um homem pacato e educado.

Inforpress

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