Delegado do ICCA faz balanço “positivo” de um mês de funcionamento do Centro do Dia no Maio

O delegado do ICCA na ilha do Maio, Mário Fernandes, disse hoje que o balanço de um mês de funcionamento do Centro do Dia é “positivo”, e que almejam abrir mais um centro na vila da Calheta.

Em declarações à Inforpress, Mário Fernandes precisou que, passado um mês de funcionamento, este Centro de Dia do Instituto Cabo-verdiano da Criança e do Adolescente (ICCA) tem vindo a trabalhar com 27 crianças oriundas de famílias com mais dificuldades financeiras, sendo que uma parte no período da manhã e a restante à tarde, sempre no período contrário às aulas.

“O centro está a funcionar muito bem e temos estado a trabalhar com crianças na parte de manhã e da tarde, e os técnicos têm dado resposta às necessidades das 27 crianças e já a partir de hoje vamos iniciar com as atividades da Ludoteca”, sublinhou, informando que com a entrada do centro Ludoteca vão poder integrar mais cinco crianças.

Essa crianças, ajuntou, vão poder desenvolver várias atividades, quais sejam culturais e recreativas, o que, na sua opinião, veio complementar as atividades que estão sendo levadas a cabo pelo Centro do Dia para as crianças.

O responsável pelo ICCA no Maio revelou ainda que para o efeito assinaram um contrato de parcerias com algumas instituições quais sejam, a Delegação do Ministério da Educação, da Saúde, a FMB (Fundação Maio Biodiversidade), a associação Cadjetinha, bem como a Câmara Municipal e Smiley Kids financiadora do projeto.

Mário Fernandes acrescentou, por outro lado, que o gabinete do ICCA na ilha do Maio, está a levar a cabo também o projeto “escola da família”, com vista a trabalhar com os pais e encarregados de educação cujos filhos frequentam o centro, de modo a tê-los como parceiros.

Neste sentido, realizam um encontro semanal para escutá-los e também mostrar-lhes o papel que devem desempenhar na educação dos seus filhos nesta conjuntura.

O entrevistado da Inforpress avançou ainda que a vila da Calheta vai ser a próxima comunidade a ser beneficiada com um centro do tipo, tendo em conta que já estão a ter sinais de alguma vulnerabilidade enfrentada pelas crianças daquela vila, o que, a  seu ver, exige uma “atenção especial” com intervenção mais próxima, tanto junto das crianças como das famílias.

Para tal, precisou que mais uma vez vão procurar parceiros que os ajudem na concretização deste objetivo, tendo em conta os custos que isso acarreta.

Inforpress

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