Insulina rápida para comercialização vai ser reposta no mercado até sexta-feira, segundo Emprofac

A presidente do conselho de administração da Emprofac, Sara Pereira, disse hoje à Inforpress que a reposição para comercialização da insulina rápida em falta no mercado nacional vai ser feita até sexta-feira, o mais tardar.

Segundo Sara Pereira, Cabo Verde ao longo dos anos tem tido alguma indisponibilidade desse medicamento por conta da sua ausência a nível internacional e por se tratar de um produto que tem tido problemas a nível global na sua produção, por causa da matéria prima.

Apesar da falta do medicamento para comercialização, Sara Pereira acrescentou que a Empresa Nacional de Produtos Farmacêuticos tem um stock emergencial em que pode disponibilizar o medicamento para casos de situações emergenciais nos hospitais.

“No final de semana tivemos uma situação crítica e foi disponibilizado o medicamento ao Hospital Dr. Agostinho Neto”, disse, assegurando, uma vez mais, que até ao final da semana o medicamento para comercialização estará no mercado.

Questionada sobre a dificuldade que se tem constatado na compra do medicamento devido a matéria prima e que tem provocado rotura no mercado, a administradora da Emprofac sublinhou que desde o ano passado, devido a este problema, Cabo Verde tem conseguido adquirir pequenas quantidades para repor o stock.

Informou ainda que o stock adquirido e que está a caminho de Cabo Verde é de maior dimensão e que poderá garantir produto no mercado por período de um ano, frisando, entretanto, ser um produto constantemente monitorizado pela empresa.

“Tentamos sempre junto dos nossos fornecedores encontrar alternativas para que o mercado não fique sem opções terapêuticas”, afirmou, observando por outro lado, que o País já tem quase um ano a sofrer com o problema da irregularidade do medicamento.

Conforme Sara Pereira, a situação da covid-19 e a guerra da Ucrânia tem vindo a despoletar várias ocorrências a nível da questão da logística dos medicamentos, assim como os lookdown (fechamento) na China e os contentores para distribuição.

Inforpress

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