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Morte ao velho

Há dois anos quando decidi dar um novo rumo à minha vida, abandonando o sedentarismo e explorando novos mundos, resolvi manter um diário, onde tenho registado a minha rotina de exercício, leituras e de qualquer coisa que me chame a atenção.

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Quando tudo está bem … menos nós

Tenho dado por mim a pensar por variadas vezes como é possível tudo estar bem quando nós não estamos. Ou melhor, quando nos sentimos estranhos na vida que construímos e que à partida é a melhor que poderíamos almejar.

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O dia em que morri para a minha mãe, e o meu amor por Elas

“Com a morte de um ente querido, não é ele que morreu para você, é você que morreu para ele. Não vais sentir saudades do abraço que nunca mais vais lhe dar, mas sim do abraço que nunca mais vais receber. No luto tens saudades daquilo que nunca mais serás para a pessoa” – Fabrício Carpinejar

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E se o amanhã nunca chegar?

Há dias voltando do almoço no carro ouvi a música “If tomorrow never comes” cantada por
Ronan Keating e lembrei-me que há já algum tempo pensei que poderia ser interessante
refletir sobre não adiarmos as coisas pois que o futuro é incerto. De vivermos o agora. Em
alguns dos meus textos anteriores tenho pontuado a necessidade de vivermos no presente
pois o passado já foi e o futuro pode nunca chegar. Apenas o hoje existe.

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Nós somos a recompensa

“Há tempos deparei-me com a frase “The reward for our work is not what we get, but what we become” que traduzido para português nos diz que “A recompensa pelo nosso trabalho não é o recebemos, mas o que nos tornamos”. E pensei para comigo que esta frase necessitava de uma reflexão mais profunda que não o apenas concordar ou não concordar.”

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Uma ridícula carta de amor, não fossem ridículas todas as histórias de amor

Resolvi deixar meus receios de lado, e parece que finalmente terei os meus escritos reunidos em um livro nada ortodoxo. E na “vasculhação” das criações dignas de serem impressas em papel, deparei-me com umas ridículas cartas de amor que em tempos criei. Seriam cartas trocadas entre uma mulher e um homem, mas só se conhece as respostas do homem. Deixo-vos com aquela que mais se aproxima de uma possível realidade, que aconteceu num Verão, num longínquo mês de agosto.

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Aceita que dói menos

Sempre ouvimos a frase que dá título à crónica deste mês: aceita que dói menos. Em geral esta frase é dita nos momentos em que o ocorrido não foi de encontro às nossas pretensões. E o aceitar acaba por ser a única forma de digerirmos o sucedido com alguma dignidade e avançar, se bem que a contragosto e com um sabor amargo na boca.

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Criar expetativas – bom ou mau?

Tenho ouvido sistematicamente que um dos segredos para vivermos uma vida saudável e equilibrada em termos emocionais, passa pelo fato de não devermos criar expetativas em relação ao outro. Expetativa quanto à forma como o outro deve responder/corresponder àquilo que fazemos para ele ou por ele. Que devemos agir sem esperar qualquer reação do outro.

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