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people drinking liquor and talking on dining table close up photo

As três pernas da panela de uma amizade

“Há quem diga que mulheres, quando são amigas, ficam insuportáveis, porque concordam sempre uma com a outra e não se desgrudam. Há quem diga que as mulheres são falsas, mas a verdade é que é muito bom ter amigas: aquela a quem contas tudo, e sentes que foste entendida. Aquela que te dá broncas. Aquela que te abraçou em silêncio e te sentiu chorar. Aquela que parece ser a tua mãe, e vive para te dar conselhos. Aquela que te deu o conselho certo, que não seguiste! Aquela que segura o teu braço quando tropeças, aquela que te irrita, mas que não imaginas a vida sem ela. Aquela que te defende de tudo e de todos. E tem também as melhores amigas, aquelas, que são simplesmente aquelas.” Autor desconhecido

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mother looking into her teenage daughter bedroom

Vamos ser Desconfortáveis

Queridos leitores. Fevereiro está no fim e, para cumprir a minha tradição, não falarei do meu novo ano solar. A crónica deste mês é um texto que adaptei há muitos anos, sobre as conversas desconfortáveis que devemos ter com os nossos filhos. Aquelas conversas que são importantes para tentarmos evitar no futuro, casos de violência sexual, uso de estupefacientes, álcool em excesso etc etc.

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Não durma antes de sonhar

“O que é ser velho para você? Para mim, a idade é só um registo na certidão de nascimento. Uma pessoa que vê graça na vida, que curte cada segundo intensamente e que prioriza a própria paz será jovem para sempre. ‘Cinquentei’ e me sinto com mais energia do que nunca.” Autor desconhecido

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silver candle holder on white surface

2023 – o ano da minha saudade maior

2023 – o ano da minha saudade maior, mas também foi o ano que me mostrou, que a Maria que me pariu, criou e educou, criou uma mulher que é um talento na escrita, só preciso acreditar mais nisso.

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O dia em que morri para a minha mãe, e o meu amor por Elas

“Com a morte de um ente querido, não é ele que morreu para você, é você que morreu para ele. Não vais sentir saudades do abraço que nunca mais vais lhe dar, mas sim do abraço que nunca mais vais receber. No luto tens saudades daquilo que nunca mais serás para a pessoa” – Fabrício Carpinejar

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