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Uma ridícula carta de amor, não fossem ridículas todas as histórias de amor

Resolvi deixar meus receios de lado, e parece que finalmente terei os meus escritos reunidos em um livro nada ortodoxo. E na “vasculhação” das criações dignas de serem impressas em papel, deparei-me com umas ridículas cartas de amor que em tempos criei. Seriam cartas trocadas entre uma mulher e um homem, mas só se conhece as respostas do homem. Deixo-vos com aquela que mais se aproxima de uma possível realidade, que aconteceu num Verão, num longínquo mês de agosto.

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“Quando a porta da casa dos avós se fecha”

Há tempos li uma crónica sobre o fecho da casa dos avós, sobre o significado da casa dos avós. Cresci num bairro periférico da cidade do Mindelo, no maior bairro periférico da cidade. Um bairro tão grande que sempre foi dividido em 5 sub-bairros (pelo menos na altura): Monte Sossego pur li, Moonte Sossego pur lá, Olt Bomba, Cavoque Brumedje e Avenida d’Holanda.

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“Tudo passa, até a uva passa”

Olá, esta é a última crónica do ano para o Balai.cv. E estive as voltas para ver se escrevia sobre duas máximas populares. Então decidi fazer uma mescla, e trazer algo diferente.

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Hoje levei-lhe flores

Há uns três anos, a minha filhota falava-me de um texto que começava assim: “Hoje ele me mandou flores”. É um texto muito usado no contexto da campanha anual “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as Mulheres e meninas” que se inicia a 25 de novembro, e termina a 10 de dezembro.

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