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Desde 06 de março que o país voltou à situação de alerta, o menos grave de três níveis, mantendo um nível “mínimo” de restrições devido à pandemia de covid-19.
A utilização de máscara na via pública não era obrigatória, mas mantinha-se essa obrigatoriedade nos espaços fechados de atendimento público.
Com o levantamento das restrições, a utilização de máscaras deixa de ser obrigatória em espaços interiores fechados, designadamente de atendimento ao público, com exceção a estabelecimentos e infraestruturas de saúde como hospitais, centros de saúde, farmácias, clínicas; bem como em centros de dia e lares de idosos; nos estabelecimentos prisionais e ainda nos transportes coletivos de passageiros, terrestres, marítimos e aéreos.
Deixou também de ser exigida a apresentação de certificado de vacinação ou de teste negativo no acesso a restaurantes e bares, para o acesso a atividades culturais, artísticas, recreativas, de lazer, de espetáculos ou eventos de qualquer natureza, sendo que a realização desses eventos deixa de estar condicionada à autorização prévia pelas autoridades sanitárias.
O certificado de vacinação mantém-se obrigatório nas viagens interilhas e internacionais com destino a Cabo Verde.
Há mais de dois meses que o país tem registado uma média de menos de 10 casos positivos por dia e o último óbito provocado pela doença, num total de 401, ocorreu em 22 de fevereiro.
O país contabiliza um total de 56.008 casos positivos acumulados desde o início da pandemia, dos quais 55.541 casos recuperados e tem apenas 14 casos ativos.
Os dados mais recentes da universidade Johns Hopkins, que continua a compilar os números, apontam para mais de 6,2 milhões de mortos e mais de 510 milhões de casos em todo o mundo.
c/ Lusa

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