13 de Janeiro: Democracia cabo-verdiana está “pujante” e tem demonstrado que as instituições funcionam, diz Paulo Veiga

O presidente do grupo parlamentar do Movimento para Democracia (MpD) disse esta sexta-feira, 12, na Cidade da Praia, que a democracia cabo-verdiana está “pujante” e que tem demonstrado que as instituições funcionam.

Paulo Veiga fez essa afirmação momentos antes de participar na Jornada Aberta sobre o Dia 13 de Janeiro – Dia da Liberdade e Democracia- promovida pelo grupo parlamentar do MpD sob lema: “Princípios e Valores do MpD: Atualidade, resultados e diferenciação dos adversários”.

“Portanto, isto engradece-nos e temos que continuar a moralizar as nossas instituições para que funcionem, porque em democracia não há um órgão que pode tudo e outro que não pode. Regemos pela mesma lei e fiscalizamos uns aos outros para funcionar”, explicou.

Por isso, defendeu que a democracia cabo-verdiana tem demonstrado ser “resiliente”, com instituições fortes e com capacidade de reagir se alguma coisa acontecer.

Em relação à escolha do tema desta jornada para assinar o Dia da Liberdade e Democracia, esclareceu que é sempre “bom” reforçar a democracia e ter consciência de que ela é algo que se constrói e que se defende até ao fim.

“Serve para mostrar os princípios do MpD e porque é que defendemos a liberdade e a democracia”, precisou Paulo Veiga,

O 13 de Janeiro é a data em que, pela primeira vez, em 1991, os cabo-verdianos exerceram o seu direito de voto nas primeiras eleições multipartidárias, após 15 anos em regime de partido único.

As primeiras eleições multipartidárias no arquipélago foram ganhas pelo MpD, partido que regressou em 2016 ao poder após 15 anos na oposição e ao qual a data está mais associada.

Inforpress

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