Presidenciais 2026: Gilson Alves quer ganhar eleições “à força ou a jeito” e promete “seguir sempre a vontade do povo”

O candidato presidencial Gilson Alves disse quarta-feira à noite, em Santo Antão, que vai ganhar as eleições presidenciais de 15 de Novembro “à força ou a jeito” e que seguirá “sempre a vontade popular”.

Durante uma actividade desportiva no campo de futebol de Chã de Itália, na cidade do Porto Novo, que marcou a apresentação do lema e símbolos da sua campanha eleitoral, Gilson Alves prometeu ser “um presidente forte que não deixará ninguém atropelar a vontade popular”.

“Seguirei sempre a vontade do povo. Serei um presidente que não deixará o sistema atropelar os direitos dos cidadãos. Ninguém passará pela nossa frente sem levar o troco”, sublinhou o candidato, convicto que vai ganhar as eleições presidenciais.

“Se ganharmos as eleições, e vamos ganhar à força ou a jeito, não haverá ninguém que passará pela nossa frente sem levar o troco”, notou Gilson Alves, que prometeu lutar contra a corrupção.

Para isso, não exclui “uma revolução armada em Cabo Verde se a corrupção continuar como está”.

Gilson Alves, natural do Porto Novo, explicou que tem como lema da campanha “M16.2”, alusivo ao “ao movimento 16 de Fevereiro”, data em que foi publicado na televisão pública o seu vídeo “terraço escuro”.

O candidato presidencial lançou a sua corrida eleitoral com uma demonstração do basebol, cujo taco vai o ser o seu símbolo, uma forma de, a seu ver, iniciar a corrida eleitoral com “uma mensagem positiva”.

“Quero iniciar a campanha eleitoral com energia positiva. Este foi o verdadeiro motivo”, explicou Gilson Alves, acreditando que este desporto “vai ajudar a criar laços com os jovens”.

Concorrem ao cargo de Presidente da República, para além de José Maria Neves, que busca a renovação do mandato, Antero Tavares, Casimiro de Pina, Gilson Alves, Joana Rosa e Loisito Tavares de Sousa.

Os seis candidatos disputam a preferência dos eleitores nas eleições marcadas para 15 de Novembro, um momento de exercício da democracia e de escolha do chefe de Estado para os próximos cinco anos.

Inforpress

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