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Depois da comunicação social ter abordado o caso, surgiram ofertas de espectadores com alternativas para a mãe que foi despejada este mês com o filho que tem paralisia cerebral.

Marisa Pontes, uma emigrante cabo-verdiana que está em Portugal há cinco meses onde está legal e trabalha na restauração, está a ter dificuldades em encontrar uma habitação após ter sido despejada no dia 3 de janeiro com o filho de quatro anos do quarto onde morava, em Mira-Sintra, concelho de Sintra, em Portugal. A notícia foi trazida a público pelo canal televisivo TVI, o que levou a ofertas de ajuda por parte de espectadores.
Segundo avança o canal, Marisa Pontes trabalha num restaurante em Porto Salvo. Veio para Portugal há cinco meses, oriunda de Cabo Verde, e tem a situação regularizada no país”.
A emigrante cabo-verdiana explica que tem dinheiro para pagar um quarto, mas quando diz que tem consigo um filho menor com paralisia cerebral não está a encontrar alternativas.
Foi despejada no dia 3 de janeiro após, alegadamente, a proprietária do imóvel saber que “iria receber uma visita médica para ver o filho”.
Foi alojada pela Câmara Municipal de Sintra numa pensão em Sete Rios (Lisboa), mas Marisa afirma que as condições do local não são adequadas para o seu filho.
Segundo a edilidade de Sintra, “a referida cidadã foi contactada pela autarquia e, tendo informado que ainda não tinha encontrado alternativa habitacional, foi, com a concordância da mesma, prorrogado o respetivo alojamento na unidade hoteleira, onde já se encontrava hospedada.”
Marisa salienta que não pretende regressar a Cabo Verde porque está em Portugal à procura de melhores condições de saúde para o filho que sofre de paralisia cerebral.
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