PR considera morte da jornalista Carlota Barbosa “perda impreenchível”

O Presidente da República considerou ontem, dia 10, a morte da jornalista da Televisão pública de Cabo Verde (TCV) Carlota Barbosa uma “perda impreenchível” para a profissão e, particularmente, para a sociedade.

“Eu considero que é uma enorme perda não só para a comunicação social mas para a sociedade cabo-verdiana”, afirmou o Presidente, José Maria Neves, à margem de uma conferência nacional alusiva ao Dia Mundial da Saúde Mental.

 Carlota Barbosa, 57 anos, que se encontrava internada no Hospital Universitário Agostinho Neto, na Praia, desde sexta-feira, morreu na madrugada de hoje, vítima de acidente vascular cerebral (AVC).

O chefe de Estado recordou que a jornalista era uma “pessoa muito serena, pacífica e tolerante” e que fazia com que o ambiente de trabalho fosse “leve, suave para além da busca permanente de um desempenho acima da média”.

Também o presidente da Assembleia Nacional de Cabo Verde, Austelino Correia, considerou a morte da jornalista “uma grande perda” e endereçou, no parlamento, as condolências a todos profissionais da comunicação social no país e aos cabo-verdianos.

“Carlota Barbosa dedicou a sua vida à verdade e à ética na comunicação, demonstrando uma grande paixão pelo jornalismo, captando a essência dos factos e transmitindo emoções por meio de palavras, o que a levou a conquistar o respeito e a admiração de colegas e telespetadores”, sublinhou.

Além dos deputados, colegas e amigos têm lamentado, nas redes sociais, a perda da jornalista, muito conhecida na sociedade cabo-verdiana pela sua apresentação dos noticiários e de programas culturais na TCV.

Lusa

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest