
Onde está o lucro? Quando faturar mais não significa ganhar mais
Uma das perguntas mais importantes que um empresário pode fazer regularmente é também uma das mais simples: onde está o lucro da minha empresa?

Uma das perguntas mais importantes que um empresário pode fazer regularmente é também uma das mais simples: onde está o lucro da minha empresa?

As reclamações relacionadas com fraude bancária aumentaram 150% em 2025. O crescimento acompanha a expansão dos canais digitais, mas os números levantam uma questão que vai além da tecnologia: estarão os utilizadores suficientemente preparados para lidar com os novos riscos?

Os dados mais recentes do INE mostram uma economia com sinais positivos, mas também com algumas fragilidades. As famílias estão mais confiantes quanto à evolução do país, mas quase todas dizem não ter capacidade para poupar. Para as empresas, a leitura dos indicadores exige atenção aos detalhes e não apenas ao resultado agregado.

Num contexto em que as empresas enfrentam diariamente decisões, urgências e múltiplas prioridades, concentrar esforços numa pequena melhoria pode ser mais eficaz do que tentar transformar vários processos ao mesmo tempo. A diferença está na capacidade de transformar uma intenção numa ação concreta, acompanhá-la e aprender com os resultados.

Nos últimos dias, a decisão da Agência Reguladora Multissetorial da Economia (ARME) de manter as medidas de mitigação do aumento das tarifas de eletricidade voltou a colocar um tema importante no centro do debate público: quem deve suportar os aumentos do custo da energia?

Sempre que um Governo apresenta um Orçamento do Estado Retificativo, instala-se inevitavelmente o debate público. Fala-se em aumento da despesa, cortes, novas prioridades ou mudanças de estratégia. No entanto, antes de analisar os números, importa compreender o verdadeiro papel deste instrumento.

Quando uma empresa vê uma oportunidade para crescer, investir em novos equipamentos, expandir operações ou reforçar a tesouraria, é natural que o crédito bancário surja como uma das primeiras soluções.

Os números mais recentes da economia cabo-verdiana são animadores. Depois dos anos marcados pela pandemia e pelos seus impactos, o país voltou a crescer de forma consistente. O turismo recuperou, o investimento ganhou dinamismo, as contas públicas melhoraram e o desemprego voltou a diminuir.

Durante muitos anos, a tecnologia foi encarada pelas empresas como um instrumento para tornar o trabalho mais rápido e eficiente. Automatizar tarefas, reduzir papel, organizar informação ou simplificar processos eram os principais objetivos. A Inteligência Artificial (IA), contudo, representa um passo diferente. Não se limita a executar tarefas: analisa informação, identifica padrões, faz previsões, produz recomendações e apoia a tomada de decisões.

Enquanto muitas empresas ainda concluem o fecho das contas de 2025, 2026 já entrou na sua segunda metade. Este desencontro revela uma realidade frequente: a informação financeira continua, em muitos casos, a ser encarada como uma obrigação administrativa e não como um instrumento de gestão.

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