Luís Firmino apresenta-se ao vivo no Palácio da Cultura Ildo Lobo 

Reprodução Redes Sociais

Luís Firmino apresenta-se ao vivo no Palácio da Cultura Ildo Lobo 

O artista tem-se dedicado mais ao seu lado solista, mais concretamente no cavaquinho, segundo avança a produtora Insulada.

O músico Luís Firmino apresenta esta sexta-feira, 29 de novembro, um concerto no Pátio “Txon de Morgadu”, no Palácio da Cultura Ildo Lobo, na cidade da Praia. No espetáculo, Luís vai estar acompanhado pelo seu cavaquinho e conta com a participação dos músicos Thiago Nobre e Nene Lopes, conforme avança uma nota da produtora Insulada.

Segundo a mesma nota, o concerto promete ser “uma viagem musical num final de tarde que se prevê de muita música cabo-verdiana com raízes no ontem , certezas no hoje e projeções num amanhã cada vez mais defendido por uma nova geração que vai chegando e redescobrindo o que no passado nos formou”.

Quanto aos músicos convidados, Luís Firmino vai dividir o palco com Tiago Nobre, no violão da escola de São Domingos, e o percussionista Nene Lopes.

Amor à música tradicional

O concerto está previsto para às 19h00 e os bilhetes já estão à venda por 1000 escudos.

Luís Firmino cresceu em Alto Solarino, em São Vicente, e começou desde cedo a “familiarizar-se com a música rodeado por tocadores e músicos tradicionais que lhe despertam um fascínio precoce pelo poder das melodias e das histórias contadas através da música”.

Conforme avança a mesma nota, durante a juventude Luís Iniciou a sua jornada musical com o violão dedicando-se a explorar as raízes da música cabo-verdiana. Pouco tempo depois se uniu com Henrique Silva, com quem formou o duo Acácia Maior e “foi nesse coletivo que Luís começou a revelar seu talento como compositor”.

O talento do Luís de acordo com a mesma fonte não tardou a captar atenção de figuras da música cabo-verdiana, como Nancy Vieira, chegou mesmo a gravar com Paulino Vieira no coletivo Acácia Maior.

“A sua música é profundamente enraizada no tradicional cabo-verdiano. Para ele, os grandes álbuns cabo-verdianos foram feitos no passado, numa época em que o amor pela cultura estava acima de interesses comerciais. No entanto, Luís defende que a tradição não deve ser imutável. Para ele, o tradicional precisa evoluir e desafiar-se”, conclui o mesmo documento.

Cátia Lopes- Estagiária 

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