
2025 sem energia e comunicação
No final de abril, os residentes em Portugal foram impactados com cerca de 12 horas sem energia e, como digo, isso não nos assusta, porque em várias épocas da vida já passámos por isso (pelo menos os mais velhos).

No final de abril, os residentes em Portugal foram impactados com cerca de 12 horas sem energia e, como digo, isso não nos assusta, porque em várias épocas da vida já passámos por isso (pelo menos os mais velhos).
Vivemos num mundo cujas mudanças ocorrem a um ritmo vertiginoso. Já não se morre apenas de velhice. Somos constantemente surpreendidos com notícias de mortes “prematuras” — crianças, jovens, adultos. Pessoas que, aparentemente, ainda tinham muito para viver.
Ter ou não ter filhos não é apenas uma escolha, muitas vezes é um sonho adiado, uma batalha silenciosa, uma dor guardada no fundo do peito.
O Presidente da República visitou ontem, dia 1, a localidade piscatória do Preguiça, no município da Ribeira Brava, onde destacou o imenso património cultural e histórico local, bem como a importância de valorizá-lo para impulsionar o desenvolvimento da ilha.
O Presidente da República, José Maria Neves, anunciou hoje que, no âmbito das celebrações do 50.º aniversário da independência nacional vai condecorar o combatente da liberdade da pátria Osvaldo Aranda de Azevedo.

O Presidente da República, José Maria Neves, mostrou-se ontem preocupado com a “desertificação” da ilha de São Nicolau, devido à saída de jovens, e sublinhou a necessidade urgente de revitalização económica, social e cultural da ilha.
Uma das heranças da covid foi sem dúvida a proibição dos pais e encarregados de educação de entrarem nas escolas para deixar os filhos no início e buscar no final do dia.
No meu último texto falei sobre as mudanças que chegaram com a emigração. Mudanças que têm me feito crescer e amadurecer em todos os campos da minha vida.

O presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, Carlos Silva, alertou ontem, dia 2, que a falta de mão-de-obra já está a atingir sectores como construção civil, restauração e outras actividades económicas nesse município santiaguense.
Ao adentrar as salas de aula, no primeiro contato visual, percebo o sofrimento e a angústia nos olhos das meninas e dos rapazes. O pedido de socorro é feito em silêncio, muitas vezes acompanhado de lágrimas. Um silêncio que, paradoxalmente, é ensurdecedor. São jovens carentes de afeto, com o corpo e a alma feridos por pais que, por sua vez, também foram feridos.

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